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Annelise Anderson, <email>andrsn@andrsn.stanford.edu</email>
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Here are the three steps for installing a new shell: Aqui estão os dois passos para instalar um novo shell:
Install the shell as a port or a package, just as you would any other port or package. Instale o shell como um port ou um pacote, como faria com qualquer outro port ou pacote.
Use <command>chsh</command> to change your shell to <command>tcsh</command> permanently, or type <command>tcsh</command> at the prompt to change your shell without logging in again. Use o comando <command>chsh</command> para alterar permanentemente seu shell para <command>tcsh</command>, ou digite <command>tcsh</command> no prompt para alterar seu shell sem precisar efetuar login novamente.
It can be dangerous to change <systemitem class="username">root</systemitem>'s shell to something other than <command>sh</command> or <command>csh</command> on early versions of FreeBSD and many other versions of <trademark class="registered">UNIX</trademark>; you may not have a working shell when the system puts you into single user mode. The solution is to use <command>su -m</command> to become <systemitem class="username">root</systemitem>, which will give you the <command>tcsh</command> as <systemitem class="username">root</systemitem>, because the shell is part of the environment. You can make this permanent by adding it to your <filename>.tcshrc</filename> as an alias with: Pode ser perigoso alterar o shell do usuário <systemitem class="username">root</systemitem> para outro diferente do <command>sh</command> ou <command>csh</command> nas primeiras versões do FreeBSD e também em muitas outras versões do <trademark class="registered">UNIX</trademark>; talvez você não tenha um shell funcional quando o sistema entrar em modo de single user. A solução é usar <command>su -m</command> para se tornar <systemitem class="username">root</systemitem>, o que lhe dará o <command>tcsh</command> como <systemitem class="username">root</systemitem>, por que o shell faz parte do ambiente. Você pode tornar isso permanente adicionando-o ao seu arquivo <filename>.tcshrc</filename> como um alias, para isso, execute:
alias su su -m alias su su -m
When <command>tcsh</command> starts up, it will read the <filename>/etc/csh.cshrc</filename> and <filename>/etc/csh.login</filename> files, as does <command>csh</command>. It will also read <filename>.login</filename> in your home directory and <filename>.cshrc</filename> as well, unless you provide a <filename>.tcshrc</filename>. This you can do by simply copying <filename>.cshrc</filename> to <filename>.tcshrc</filename>. Quando o <command>tcsh</command> é iniciado, ele lê os arquivos <filename>/etc/csh.cshrc</filename> e <filename>/etc/csh.login</filename>, assim como o <command>csh</command>. Ele também lerá o arquivo <filename>.login</filename> no seu diretório home e também o arquivo <filename>.cshrc</filename>, a menos que você forneça um arquivo <filename>.tcshrc</filename>. Você pode fazer isso simplesmente copiando o <filename>.cshrc</filename> para <filename>.tcshrc</filename>.
Now that you have installed <command>tcsh</command>, you can adjust your prompt. You can find the details in the manual page for <command>tcsh</command>, but here is a line to put in your <filename>.tcshrc</filename> that will tell you how many commands you have typed, what time it is, and what directory you are in. It also produces a <literal>&gt;</literal> if you are an ordinary user and a <literal>#</literal> if you are <systemitem class="username">root</systemitem>, but tsch will do that in any case: Agora que você instalou o <command>tcsh</command>, você pode ajustar o seu prompt. Você pode encontrar os detalhes na página de manual do <command>tcsh</command>, mas aqui está uma linha para colocar em seu <filename>.tcshrc</filename> que informará quantos comandos você digitou, qual o horário atual, e em qual diretório você está. Ele também produz um <literal>&gt;</literal> se você for um usuário comum e <literal>#</literal>se você for <systemitem class="username">root</systemitem>,mas o tcsh fará isso em qualquer caso:
set prompt = "%h %t %~ %# " set prompt = "%h %t %~ %# "
This should go in the same place as the existing set prompt line if there is one, or under "if($?prompt) then" if not. Comment out the old line; you can always switch back to it if you prefer it. Do not forget the spaces and quotes. You can get the <filename>.tcshrc</filename> reread by typing <command>source .tcshrc</command>. Isso deve ir no mesmo lugar em que está a linha de prompt atual caso exista uma, ou logo abaixo de "if($?prompt) then" caso ela não exista. Comente a linha antiga; você sempre pode voltar a ela se preferir. Não esqueça os espaços e as aspas. Você pode forçar a releitura do <filename>.tcshrc</filename> digitando <command>source .tcshrc</command>.
You can get a listing of other environmental variables that have been set by typing <command>env</command> at the prompt. The result will show you your default editor, pager, and terminal type, among possibly many others. A useful command if you log in from a remote location and cannot run a program because the terminal is not capable is <command>setenv TERM vt100</command>. Você pode obter uma listagem de outras variáveis de ambiente que estão configuradas digitando <command>env</command> no prompt. O resultado mostrará seu editor padrão, pager e tipo de terminal, entre possivelmente muitas outras variáveis. Um comando útil se você efetuar o seu login a partir de um local remoto e não puder executar um programa porque o terminal não é capaz de fazê-lo é o <command>setenv TERM vt100</command>.
Other Outros
As <systemitem class="username">root</systemitem>, you can unmount the CDROM with <command>/sbin/umount /cdrom</command>, take it out of the drive, insert another one, and mount it with <command>/sbin/mount_cd9660 /dev/cd0a /cdrom</command> assuming <hardware>cd0a</hardware> is the device name for your CDROM drive. The most recent versions of FreeBSD let you mount the CDROM with just <command>/sbin/mount /cdrom</command>. Como <systemitem class="username">root</systemitem>, você pode desmontar o CDROM com o comando <command>/sbin/umount /cdrom</command>, retire-o da unidade, insira outro e monte-o com <command>/sbin/mount_cd9660 /dev/cd0a /cdrom</command> considerando que <hardware>cd0a</hardware> é o nome do dispositivo da sua unidade de CDROM. As versões mais recentes do FreeBSD permitem montar o CDROM apenas com o comando <command>/sbin/mount /cdrom</command>.
Using the live filesystem—the second of FreeBSD's CDROM disks—is useful if you have got limited space. What is on the live filesystem varies from release to release. You might try playing games from the CDROM. This involves using <command>lndir</command>, which gets installed with the X Window System, to tell the program(s) where to find the necessary files, because they are in <filename>/cdrom</filename> instead of in <filename>/usr</filename> and its subdirectories, which is where they are expected to be. Read <command>man lndir</command>. Usar o live filesystem — o segundo dos discos de CDROM do FreeBSD — é útil se você tiver espaço limitado. O que está no live filesystem varia de release para release. Você pode tentar jogar jogos a partir do CDROM. Isso envolve o uso do <command>lndir</command>, que é instalado com o X Window System, para informar ao(s) programa(s) onde encontrar os arquivos necessários, porque eles estão no sistema de arquivos do <filename>/cdrom</filename> em vez do <filename>/usr</filename> e seus subdiretórios, que é onde eles devem estar. Leia o manual deste utilitário executando <command>man lndir</command>.
Comments Welcome Comentários são bem-vindos
If you use this guide I would be interested in knowing where it was unclear and what was left out that you think should be included, and if it was helpful. My thanks to Eugene W. Stark, professor of computer science at SUNY-Stony Brook, and John Fieber for helpful comments. Caso você venha a usar este guia, eu estaria interessada em saber onde ele pode não ter ficado claro e o que foi deixado de fora que você acha que deveria ser incluído, e se ele foi útil para você. Meus agradecimentos a Eugene W. Stark, professor de ciência da computação na SUNY-Stony Brook, e também ao John Fieber pelos comentários úteis.
Annelise Anderson, <email>andrsn@andrsn.stanford.edu</email> Annelise Anderson, <email>andrsn@andrsn.stanford.edu</email>

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